Quando tive que decidir que nome dar ao meu e-mail para associar ao blog, levei para lá de uma eternidade a decidir.
Sabia que queria ser a Sue, pois é quem eu sou, mas só com Sue o gmail não me deixava ir longe.
Pensei em mil e uma alternativas, nas coisas mais recambolescas e estapafúrdias ( e olhem que a minha imaginação divaga facilmente...) mas nada me parecia ser a extensão da Sue, aquilo que a ia completar.
Pensei no meu dia a dia, na minha rotina, onde vou, com quem me cruzo, o que faço, o que gosto, tudo isto em versão negativa e ainda nada. Mas ao longo deste processo uma imagem começou a nascer e a fazer sentido, eu vivo na selva (vá...não sou o Mogli) a urbana!
E assim nasceu a Sue at the jungle.
Mas esta lengalenga toda tem um propósito, que é contar um dos episódios recorrentes nas minhas incursões diárias pelo matagal...
O uso das escadas rolantes no metro (nas passadeiras o caso não é tão grave).
Parece que há uma grande percentagem de pessoas que desconhece o conceito que se segue..
... o que para os restantes utentes que como eu não gostam de ir ali a contar carneirinhos e mesmo sem terem pressa de chegar a algum lado, pretendem acelerar pelas escadas como se estivesse a decorrer um 1º de Maio no Pingo Doce, pode causar algum transtorno to say the least, ou então sem rodeios uma vontade incontrolável de me armar em Kamikaze dos transportes publico e investir pelos costados alheios acima (qual touro enraivecido perante uma capa vermelha) e vê-los cair que nem um baralho de cartas e deste modo deixarem uma autêntica via verde toda para a Sue.
Desculpem lá o desabafo, mas o Sr. Gato não me anda a deixar dormir, por isso estou cansada, resmungona e, como tal com instintos homicidas!